quarta-feira, 27 de maio de 2015

PARA REFLEXÃO.


 Os brasileiros trabalhadores não podem ter um misero 38 para se defender, e seus filhos não podem ter um revolvinho de plástico, mas os afilhados do narcotráfico têm pistolas automáticas e fuzis AR-15. Para o governo, a coisa mais urgente é desarnar os policiais, para que qualquer garoto de doze anos possa matá-los com mais facilidade. E campanha de "devolução das armas" nas favelas, nem pensar, né?
Até quando vamos tolerar que psicopatas legislem e mandem?


Por:Olavo de Carvalho.


Criado há 35 anos por um grupo heterogêneo composto por acadêmicos de esquerda, líderes sindicais e católicos identificados com a Teologia da Libertação, levantou a bandeira da justiça social e da moralização da vida pública e se propôs a lutar contra "tudo o que está aí", para garantir os direitos dos trabalhadores e a inclusão na vida econômica dos miseráveis abandonados na periferia das metrópoles e nos grotões do interior. Depois de mais de 20 anos, renegou os fundamentos de seu ideário, conquistou o poder e não quer sair. Aliou-se às lideranças políticas mais retrógradas que nasceu para combater. 
Afastam-se do PT os idealistas fundadores e militantes desiludidos, como a senadora Marta Suplicy ou o dominicano Frei Betto que, no primeiro mandato de Lula em 2003, coordenou a implantação do programa Fome Zero, logo substituído pelo Bolsa Família, motivando o afastamento voluntário de Frei Betto do governo conforme desabafou na entrevista concedida à coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, publicada no Estado de 30 de março: "O PT trocou um projeto de Brasil por um projeto de poder". Não concretizou até hoje "nenhuma reforma de estrutura, nenhuma daquelas prometidas nos documentos originais do PT". E cita: "Nem a (reforma) agrária, nem a tributária, nem a política. E aí poderíamos acrescentar: nem a da educação, nem a urbana. Em suma, o que falta" um projeto de País.

Os governos do PT facilitaram "o acesso dos brasileiros aos bens pessoais, mas não aos bens sociais". E explica: "Se vamos em um barraco de favela, lá dentro tem TV a cores, micro-ondas, máquina de lavar" e muitos outros bens de consumo. "Porém, essa família continua no barraco, sem saneamento, em um emprego precário, sem acesso à saúde, educação, transporte público e segurança de qualidade. O governo facilitou o acesso dos brasileiros aos bens pessoais, mas não aos bens sociais."

Essa colocação explicita o espírito das "políticas sociais" dos governos petistas, sempre de caráter pontual, feitas para atingir objetivos de curto prazo e, de preferência, eleitorais. Foi o que ocorreu com a substituição do Fome Zero pelo Bolsa Família. O primeiro, muito complexo e preso a possibilidades de ampliação lentas, não se limitava a proporcionar às pessoas excluídas da vida econômica uma contribuição financeira mensal para a sobrevivência, e sim oferecia um conjunto de possibilidades e impunha obrigações, de modo a criar condições para a inserção do beneficiado na atividade produtiva. É o que Frei Betto chama de programa de "caráter emancipatório". Ao contrário, o Bolsa Família, facilmente implantável e ampliável, torna seus beneficiários dependentes financeiros do poder público. Cria e alimenta currais eleitorais conforme o testemunho de outro desiludido com o PT, o jurista Hélio Bicudo, em entrevista gravada a um programa de televisão: em 2003, numa reunião de membros do governo sobre a implantação do Bolsa Família, questionado sobre os objetivos e benefícios do programa, o então ministro José Dirceu, chefe da Casa Civil, respondeu sem pestanejar: "Quarenta milhões de votos". Caiu a mascara: o PT foi dominado por psicoPaTas que usaram a ideia e o momento para criar farsas e ambientar a formação da maior quadrilha e perpetrar os maiores crimes de todos os tempos.
Considerando a extensão do mau, destruindo um país de proporções continentais e envolvendo o fomento da violência chegando-se à antes impensável tragédia cotidiana de duas centenas de assassinatos todo dia superiores aos das regiões em declarada guerra, não me parece exagero falar em crimes contra a humanidade nem em os colocar no rol dos piores bandidos da história humana!
manidade nem em os colocar no rol dos piores bandidos da história humana!
 Fonte: Padilla Luiz Roberto Nuñes.


Postagem: Paulinho da Mídia, o Javali do Herval.



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