segunda-feira, 14 de março de 2016

O SAUDOSO NELSON ANTÔNIO FABIÃO E O ESCOTISMO.



 Nélson Antônio Vieira Fabião, também conhecido por "Nelsinho", pois era o mesmo nome do pai, ou "Chefe Nélson", porque progrediu cedo na instrução de escotista e fez logo o pré-certificado e o CAB (Curso de Adestramento Básico), três dias de intensivo acampamento no Campo-escola da União dos Escoteiros do Brasil (U.E.B.) no Parque Saint Hilaire (Porto Alegre, RS), que lhe dava direito a chefiar a tropa e usar o anel de Gilwell no fechamento do lenço do pescoço. Fez a 1a. Promessa no 30°. Grupo Escoteiro Humaitá-Sul, mas foi no 36°. Iguassu, também em Pelotas, mas mais perto do apartamento dos pais, onde cumpriu a maior parte da sua jornada. Formou-se com Habilitção Plena de Técnico Especializado em Pecuária do ensino do 2°. grau no Conjunto Agrotécnico Visconde da Graça (da UFPel) e logo graduou-se em Medicina Veterinária. Desde cedo, trabalhou com o pai na comercialização de sementes e outros insumos agrícolas e pecuários. Foi Chefe de Lobinhos, Escoteiros e Seniores. Recentemente, como na foto é que completou as 3 etapas do Curso da Insígnia da Madeira (duas contas) pela Boy Scouts Association, dos EUA, entregue pelo Chefe Bruno Galli Castagno, que foi seu escoteiro e assistente, de 1976 a 1982. Bruno o convidava e recebia em Salt Lake City, capital mundial da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons) e está muito abalado com a passagem do irmão de movimento escoteiro e de fé. A patrulha na despedida do Chefe, vinda de Santa Maria, Pelotas, Santa Vitória do Palmar e Herval (os dois filhos do Chefe), rezou com todos os presentes Oração do Escoteiro, a Oração do Chefe Escoteiro e deixou uma salva de palmas do aplauso escoteiro, entre os hinos e palavras de despedida e conforto dos Helders que dirigiram o sepultamento. 
Por: Carlos Eugênio.



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 Chefe Nélson Fabião, meu primeiro chefe escoteiro e grande amigo. Foi junto comigo e chefe Akelá Elisa Vanti, um dos que conceberam a ideia de se fundar o Grupo escoteiro Voluntários da Pátria. Sonhávamos com um grupo de escoteirismo tradicional, que servisse de receptáculo e guardião das antigas práticas, tradições e ritos escoteiros que hoje quase que já se perderam. Durante anos,esse sonho foi um sucesso.
Ch. Nélson era um homem das antigas, um escoteiro na acepção da palavra. Homem íntegro, inteligente acreditava na espiritualidade e na honra acima de tudo. Justo e alegre, conquistava os corações de seus escoteiros e amigos.
Lamento muito a sua passagem deste mundo. Perdemos nós que aqui ficamos.
Meu eterno e vibrante Sempre Alerta, meu Chefe!



Por: Sérgio Augusto Vanti.






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