terça-feira, 26 de abril de 2016

JÂNIO ÁVILA, FAZ UM DESABADO COM O POUCO CASO DOS JOVENS HERVALENSES COM OS BAILES TRADICIONALISTAS DO CTG MINUANO.


Pra onde vão nossa tradição, nossos fandangos galponeiros, nossos jovens que se dizem tradicionalistas enfiam uma calça com punhos e se dizem Gaúchos e se não tocam um arrocha nem entram nos fandangos nossas "PRENDAS" que assim se intitulam não vão aos fandangos porque tem que colocar vestido de prenda a tradição de verdade agoniza pelos nossos CTGs que vão se tornando grandes elefantes brancos ai você ve rumores de que estão mal administrados mas como administrar se acontece tudo isso ...

Isso não é uma crítica é uma realidade 

Não quero mudar a atitude das pessoas apenas colocar nossa posição .....

Por onde andam nossos jovens? ...

Ass: Jânio Ávila.



 



OPINIÃO DO JAVA:




Pra mim a culpa de tudo isso é do Marxismo Cultural, que chega para acabar com a harmonia, tenta desestruturar lugares que são conservadores e abalar a família tradicional.

 O jovem já vem sendo doutrinado pelo gosto musical da moda, o gosto musical que impera nas nossas rádios, da escolha das atrações para eventos como o Rodeio Internacional que visa o lucro e de oito atrações musicais, duas são consideradas da tradição, as outras 06 são grupos de pagode ou de músicas variadas onde a atração que triunfa é o sertanejo universitário. Esses jovens, são os mesmos que estão na arena lotada e querem ouvir o que está nos hits das rádios, o Luan Santana, as inúmeras duplas de sertanejo universitário, arrocha, e até funk, já escutei Anita na arena !!! A nossa música tradicionalista campeira vai tocar em algum baile funk lá no Rio de Janeiro? NÃO, nunca, até seria vaiada com certeza.

Certa vez eu estava na arena tirando fotos e estava  enojado com tanta música que não tinha nada haver com os valores que envolve um rodeio e perguntei para o rapaz do som, o mesmo me falou que não tinha culpa, pois ele estava colocando a nossa música tradicionalista, mas o narrador disse para tirar e botar o pen drive dele,recheado de músicas sertanejas melosas e batidões, e o público aceita, os organizadores são coniventes, e parte do público é omissa e outra parte adora e fica satisfeitíssima, e a tradição vai caindo no marasmo e com o tempo no esquecimento. 
  Tudo isso reflete nos jovens, que levam esse sentimento a sério e que não vão no CTG, ou só dançam se a musica for rebolativa, e viva o Marxismo, até porque os CTG é um simbolo da prosperidade ´´dos latifundiários`` gaúchos, do Patrão, o marxismo é contra a figura do patrão, do burguês, não importa se o ´´burguês`` é bom e se está gerando emprego. 
Quanto pobre de espírito for a letra e o ritmo, sem mensagens legais, quanto mais pavorosa e obscena  for a letra musical, e a música sertaneja universitária e o funk, são ótimos condutores, mais fácil de dominar intelectualmente um povo, um estado, uma nação.
Obviamente que não dá para generalizar, há raras exceções, mas pra mim que sou um leigo em rodeios,  acho que música sertaneja cai bem se for em um rodeio paulista (Tipo Barretos), onde se usa calça de brim e chapéu de Cowboy.

Por:Paulinho da Mídia, o Javali do Herval
  
O que é o Marxismo Cultural?
Marxismo cultural funciona na prática como um vírus e consiste no uso abusivo da imprensa e da educação para fazer com que os dogmas de Karl Marx se tornem a forma de pensar dominante numa sociedade. Um professor marxista usará sua influência sobre seus alunos para convecê-los que a sociedade capitalista é injusta e por isso não pode prosperar. Jornalistas marxistas farão o mesmo aproveitando que a televisão e os jornais têm uma espécie de fé pública e tudo que é dito lá é compreendido pela maior parte das pessoas como verdades evidentes. Dessa forma é possível fazer uma revolução sem usar violência, basta fazer a população acreditar nos dogmas de Marx e com isso políticos de esquerda sempre vencerão as eleições e as leis e costumes dessa sociedade passarão a obedecer aos dogmas de Marx
  

2 comentários:

  1. Concordo Jânio, querem arroxa que vão para a discoteca!

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  2. Vendo as fotos do baile do CTG as vezes sinto nostalgia? Até que sim. Mas o ver vazio me preocupa assim como o amigo Jânio. Somos da mesma geração.
    Sou de um tempo que pra entrar no baile de sábado tinha de estar devidamente pilchado. E eu tinha uma vontade enorme, mas não era sócio e também não tinha dinheiro lá com meus 15 anos e sempre apaixonado pelo CTG. Ficava olhando pela janela.
    Nas domingueiras ia porque não era exigida a pilcha completa. E dançava.
    Depois lá em 1998 uma grande alegria pois consegui me associar no CTG como estudante e meu primeiro baile pilchado eu fui com um lenço emprestado pelo Igor poersch e uma rastra preta do robito. Bombacha mandei fazer. Aos poucos fui montando meu traje porque pra mim andar pilchado é uma honra.
    Independente se anda a cavalo, se é do campo ou da cidade se a bombacha é estreita ou larga.
    Em 99 num baile de prenda jovem eu e o Leandro da CEEE que nem precisava pois era criado no CTG pintamos casa e trabalhávamos nas feiras e fui até de jaleco pro baile de cor cinza com tudo meu novinho. Era um sonho de menino aquela pilcha.
    O assoalho do CTG meio que soltando tábua e seu enildo sais pregando junto de seu vilmar Brasil e o baile pegando e ninguém frouxava.
    Que faceirice. Quantas vezes eu e meu primo Douglas se arrumavamos pra ir aos bailes e antes tinha de passar na ledi sua vó pra ela ver se estávamos bonitos.
    Teve um baile em 2000 com o tchê garotos que foi até as 7 da manhã quase.
    Quantas jantas com uma turma sensacional Karina Xavier, Aline lemos(professora) igor e Daiane e muitos outros que se organizava pra irmos aos bailes do CTG.
    Teve uma feita que fui meio fugido ao baile lá pela metade do fandango e tinha dinheiro pra pagar a mensalidade ou tomar umas cervejas e cheguei na porta e bem na hora toca um tango. Peguei a tia Ilza(eterna secretária do CTG) e disse a ela que essa marca era nossa e se fomos dançando...
    Como era lindo de ver na pista de dança o Carlos beles e a Solange, eranes e nenita, caneco e lolo, vlade e giane.
    Casais que ficava boquiaberto pela cumplicidade na pista de dança.
    Isso mesmo Jânio não te entrega, Leandro e Tutuca eu é que sei o quanto esse amor é antigo né meus amigos e feliz por vê-los juntos e que bom ver vocês sempre honrando o CTG.
    Não sou contra quem dança qualquer tipo de música até porque seja qual o gênero que for a música é o som de nossos corações.
    Viajei todo esse Brasil vendendo cultura gaúcha e infelizmente nós aí no RS é quem menos a valorizamos.
    Já vesti homens e mulheres em minas gerais, rio de janeiro e até em Brasília que o sonho dessas pessoas era serem gaúchos e aprender a nossa tradição.
    O CTG é o símbolo da família, uma sociedade sim que tem regras e devemos respeitar as mesmas.
    Se atentar aos passos da modernidade, sempre. Mas jamais deixar se perder pela memória e essa geração minha e do Jânio que pra não me estender mais hoje tão tudo pai de filho.
    Levem seus filhos ao CTG e também na discoteca. Fui criado na discoteca e nunca deixei de ser apaixonado pelos bailes de CTG...
    CTG minuano
    Lembranças que adoçam a alma
    André Acosta
    Rondonópolis-MT

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