quarta-feira, 12 de abril de 2017

A GAUCHADA NA LISTA NEGRA DE FACHIN, NA LAVA JATO.

Na lista: Padilha, Marco Maia, Maria do Rosário, Onyx, Yeda Crusius, Kasper e Marco Arildo da Cunha
Os gaúchos

 Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS) 
Deputado Federal Marco Maia (PT-RS) 
Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS)
 Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM-RS)
 Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB-RS)
 Humberto Kasper (ex-diretor-presidente da Trensurb) 
Marco Arildo Prates da Cunha (ex-diretor-presidente da Trensurb) 

Sete gaúchos estão na lista de pedidos de abertura de inquéritos feitos pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), revelada pelo jornal Estado de S.Paulo na tarde desta terça-feira (11). No começo da noite, o STF liberou a lista oficialmente.  No grupo estão o ministro da Casa Civil, Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS), quatro deputados federais - Marco Maia e Maria do Rosário (PT), Onyx Lorenzoni (DEM) e Yeda Crusius (PSDB) - e os ex-diretores-presidentes da Trensurb Humberto Kasper e Marco Arildo Prates da Cunha. O Jornal do Comércio está buscando manifestação de cada um dos citados. Confira as notas dos investigados no fim do texto.  Ao todo, a lista contém os nomes de nove ministros do governo Temer, 29 senadores e 42 deputados federais, entre eles os presidentes das duas Casas – como mostram as 83 decisões do magistrado do STF obtidas pelo jornal. O grupo faz parte do total de 108 alvos dos 83 inquéritos que a Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base nas delações dos 78 executivos e ex-executivos do Grupo Odebrecht, todos com foro privilegiado no STF. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff não aparecem nesse conjunto porque não possuem mais foro especial. O Estado teve acesso a despachos do ministro Fachin, assinados eletronicamente no dia 4 de abril. Também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 24 outros políticos e autoridades que, apesar de não terem foro no tribunal, estão relacionadas aos fatos narrados pelos colaboradores. As investigações que tramitarão especificamente no Supremo com a autorização do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, foram baseadas nos depoimentos de 40 dos 78 delatores. O presidente da República, Michel Temer (PMDB), é citado nos pedidos de abertura de dois inquéritos, mas a PGR não o inclui entre os investigados devido à “imunidade temporária” que detêm como presidente da República. O presidente não pode ser investigado por crimes que não decorreram do exercício do mandato. Os crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações. Os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foram enviados no dia 14 de março ao Supremo. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF 320 pedidos – além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, foram 211 de declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, sete pedidos de arquivamento e 19 de outras providências. Janot também pediu a retirada de sigilo de parte dos conteúdos.  - Jornal do Comércio 
Por: Paulinho da Mídia, o Javali do Herval.

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